segunda-feira, 18 de março de 2013


A BOCA FALA DO QUE O CORAÇÃO ESTÁ CHEIO






"O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a boca fala do que o coração está cheio." (Lc 6, 45)
Uns falam de amor, outros de ódio; uns falam sobre BBB e sobre tantas outras coisas fúteis e inúteis... Outros falam da moda, dos falsos valores e, infelizmente, poucos falam de Deus!
No inicio da semana escrevi sobre “JULGAMENTO”, sobre o risco que corremos de julgar as pessoas conforme a nossa visão de mundo, mas também falei do “relativismo” e do “permis-ionismo”...
Tem gente que enche a boca com todo o prazer pra falar mal dos outros, de seus irmãos em Cristo... Veja bem, não é dever nosso julgar as pessoas, é função nossa condenar o “pecado”... Mas sem deixar de amar o pecador... Parece difícil, mas é assim mesmo... (vá e não peques mais, é o que ensina Jesus). A Palavra de Deus nos diz: "Aquele que é santo, santifique-se ainda" (Apocalipse 22, 11)
“A BOCA FALA DO QUE O CORAÇÃO ESTÁ CHEIO...” então encha teu coração de amor... Esteja no lugar e na presença de pessoas que te amam: tua família; teus amigos/irmãos; nos hospitais; creches; orfanatos; asilos... Estejas onde Deus sofre, pois ali vais perceber e receber de imediato o sorriso de Deus... Participa dos projetos e dos movimentos para os quais Ele te chamou e te capacitou pessoalmente... sim... caso contrário, teu coração vai começar a falar de coisas ruins, vais ter sentimentos ruins, ódio, rancor, ira... e o TEU CORAÇÃO IRÁ COMEÇAR A SENTIR E FALAR DISSO... com isso estarás cada vez mais distante de Deus, mais sujeito aos ataques do mal... vais te sentir fraco, abatido e suscetível aos convites do maligno.
Se tu passas o dia todo de olho nas coisas do mundo mundano, tu vais viver, sentir e encher teu coração somente COM AS COISAS DESTE MUNDO MUNDANO... pois isso que esse mundo é capaz de te dar; mas se tu viveres dentro dos preceitos, dos ensinamentos, dos valores e com as pessoas que Deus te propôs, TEU CORAÇÃO VAI FICAR CHEIO DOS PRECEITOS E DOS VALORES QUE ESSAS PESSOAS, LOCAIS, MOVIMENTOS E AMBIENTES VÃO TE PROPICIAR... encha teu coração da Palavra e da Obras de Deus, e tua boca se encherá, com todo o prazer, de PALAVRAS e ATOS DE DEUS!
Se encheres a boca para murmurar, teu coração está cheio de desamor e ingratidão; se, da tua boca, só saem palavras amaldiçoadoras, xingamentos, ódio, rancor, ira, é porque o teu coração está cheio disso... quer dizer, está vazio de amor e de bem... esse é o teu sinal vermelho, de que estás afastado ou te afastando de Deus... é o momento de voltar para os braços do Pai (assim como fez o Filho Pródigo).
Principalmente na internet, há muitas frases ditas, há muitos bordões, há muito hedonismo, até entre os cristãos há muita apologia dentro de preceitos que parecem inocentes... Cuidado! TALVEZ ESTEJAMOS DIFUNDINDO, COMPARTILHANDO E ATÉ FAZENDO PUBLICIDADE DE VALORES QUE CONTRARIAM TOTALMENTE AS SAGRADAS ESCRITURAS... não sejas papagaio de pirata... não saias por ai dizendo aquilo que contraria Mandamentos Divinos.
Concluindo, eu te perguntaria:
· Como foi teu dia hoje?
· Fizestes e falastes sobre o que?
· Amou, sorriu, chorou, brigou, elogiou, ofendeu...?
· Tudo depende de como está o teu coração...
Se não foi legal, se não foi bom, ... abandones os maus sentimentos, esvazia teu coração de coisas ruins, tira as pedras da tua mochila, te livra do ódio, rancor, raiva... abandona as obras da carne, te afasta das propostas do mundo mundano, arranca do teu coração as coisas que tem te feito pecar ao falar.
E no momento em que as pessoas te alertarem ou até comentarem que tu estás falando demais sobre o Amor de Deus... Não te preocupas, ao contrário, te alegra, pois a boca fala do que o Coração está cheio!
Pense nisso!
SHALOM!



                                                          ESTILO DE VIDA


Bom dia a todos,
mais uma semana se inicia, a pergunta que faço é: Como foi o fim de semana?
Culturalmente o fim de semana é para descanso e  diversão. Podendo ser de uma forma saudável ou não, é claro que o que pode ser saudável para uns não é para outros, e o que é diversão para uns, para outros é tolice.

Muitos vêem plenitude de vida nas farras, bebidas, passeios, namoros sem qualquer tipo de regra, até mesmo nas drogas, o que é profundamente lamentável. Já outros   com um estilo de vida mais contido, também participam de festas, passeios, namoram, brincam, curtem a vida mas sem esquecem de determinadas regras.

As regras as quais me refira não são criadas por homens moralistas, mas pleo próprio Deus, deixadas a nós para que não vivamos em um caus completo. Infelizmente a humanidade está se afastando cada vez mais dos ensinamentos de Deus, e já podemos notar as consequências de tal afastamento.

O próximo fim de semana virá, se neste você foi a igreja buscar em Deus sabedoria e obediência, permaneça indo mais e mais, sempre deixando o Espírito Santo inundar seu coração, " a boca fala do que está cheio seu coração".
"O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a boca fala do que o coração está cheio." (Lc 6, 45)
 Seja fonte de Deus jorrando sempre palavras de vida eterna.

E você que não foi a igreja, sinta o Senhor Jesus lhe convidando, lembre-se devemos buscar primeiro e reino de Deus e sua justiça e todas as coisas nos serão acrescentadas. Mateus 6:33

A comunhão com Jesus é o que mais importa pois vivemos uma vida passageira, o nosso foco deve ser nossa salvação.

Tenham todos uma semana de bençãos.

Ev. Telma Cristina.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

                              Esfriamento Espiritual


A igreja evangélica passa por um terrível esfriamento espiritual, cada dia é comum encontramos irmãos exaustos, depressivos sem esperança. Ousaria dizer que frequentando a igreja roboticamente as vezes nem ouve o que o pastor está pregando, quanto mais praticar o ensinamento. Pessoas assim podem estar em processo de esfriamento espiritual, correm o risco de  perderem definitivamente a comunhão com o  Senhor.

Quero deixar aqui 10 sintomas de esfriamento espiritual:

01- Não tem prazer em falar com Deus.
02- Não tem prazer de conhecer sua vontade.
03- Tem medo da morte. 
04- Tem medo que o arrebatamento aconteça, pois teme ficar.
05- Valoriza mais as coisas materiais que as espirituais.
06- Se preocupa em agradar mais as pessoas que a Deus.
07- Não teme viver no pecado.
08- Não se concentra no louvor, nem na oração e nem na adoração.
09- Não tem a alegria da salvação.
10- 0 que é pregado no culto nunca é adequado par tal pessoa. A mensagem nunca é para ela.

Ev. Telma Cristina.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


BALAQUE E BALAÃO

Números, capítulos 22 a 24

Israel, tendo conquistado a maior parte do território ao leste do Jordão, acampou nas campinas de Moabe. Eram as terras que os moabitas haviam perdido para os cananeus, e os israelitas haviam depois conquistado para si. Os moabitas continuavam a habitar o resto do seu território, ao sul.
O rei dos moabitas, Balaque, ficou muito apreensivo com as vitórias dos israelitas e com o seu grande número, e angustiado porque representavam um perigo para o seu próprio povo. Não podia entrar em guerra contra eles porque eram mais poderosos, e procurou então uma solução "espiritual": contratar os serviços de um profeta famoso chamado Balaão, que morava na distante Caldéia, para amaldiçoar os israelitas, assim permitindo que Balaque depois os pudesse vencer em batalha.
Balaão é o profeta venal típico, mercadejando com o seu dom. Este é o "caminho de Balaão" (2 Pedro 2:15) que caracteriza os falsos ensinadores. O "erro de Balaão" (Judas 11) foi que ele não compreendia que o povo de Israel havia sido redimido pelo SENHOR, mas via apenas um povo como outro qualquer; os falsos ensinadores também erram quando não levam em conta que Deus é justo e justificador dos que crêem em Cristo (Romanos 3:26). A "doutrina de Balaão" (Apocalipse 2:14) trata do seu conselho a Balaque para que corrompesse o povo, que ele não podia amaldiçoar (Números 31:16, 25:1-3; Tiago 4:4).
Balaão conhecia o Deus verdadeiro, embora também recorresse a augúrios (v.7, cap. 24:1) e adivinhações (Josué 13:22). Tendo recebido o pedido dos mensageiros de Balaque, ele esperou que o SENHOR o instruísse durante a noite sobre o que deveria dizer. E assim aconteceu: o SENHOR o instruiu claramente a não voltar com eles, nem amaldiçoar o povo, porque era povo abençoado (por Ele).
Balaão, obediente, recusou ir com os mensageiros explicando que o SENHOR recusava deixá-lo ir com eles.
Quando chegaram de volta à sua terra, e contaram o sucedido a Balaque, este logo concluiu que Balaão precisava de um incentivo maior. Mandou então uma comitiva maior, de gente mais importante, com o mesmo pedido e oferecendo lhe dar tudo o que ele quisesse.
Balaão disse que mesmo que Balaque lhe desse sua casa cheia de prata e de ouro, ele não poderia desobedecer o mandado do SENHOR seu Deus. Ele já havia recebido uma mensagem bem clara do SENHOR na vez anterior, mas ele deve ter tido alguma esperança que o SENHOR abrandasse sua proibição, porisso pediu que os moabitas esperassem até a manhã seguinte para que ele soubesse o que o SENHOR lhe diria.
O SENHOR compreendeu o dilema que atormentava Balaão (ele queria ir com os moabitas) e permitiu que fosse com eles, desde que eles viessem chamá-lo, e que somente falasse o que o SENHOR lhe dissesse. Deus também muitas vezes nos permite fazer aquilo que queremos, mesmo quando não é o Seu desejo, mas tenhamos cuidado, porque teremos que arcar com as conseqüências!
Mas Balaão não esperou os moabitas: logo de manhã ele albardou a sua jumenta e foi-se com eles. O SENHOR se irou por isso e interveio no caminho, como lemos no episódio extraordinário da jumenta. Era uma questão de obediência: a permissão do versículo 20 era um teste no qual Balaão falhou. Ele havia escolhido fazer o que ele próprio desejava, para o seu próprio proveito, amando o prêmio da injustiça.
É o que acontece com os falsos profetas (2 Pedro 2:15-16). Infelizmente muitos líderes cristãos hoje em dia, bem como entidades que se consideram evangélicas, também são motivados pela recompensa financeira sobre tudo.
Quando o Anjo do SENHOR falou com Balaão, ele reconheceu o seu pecado, e até ofereceu voltar. Mas o Anjo do SENHOR permitiu que ele continuasse, mas que só falasse aquilo que o SENHOR lhe dissesse.
Balaão continuou o seu caminho, e Balaque foi ao seu encontro, até a fronteira do seu território, o rio Arnom. Balaque presumiu que a vinda de Balaão significava que ele amaldiçoaria Israel, mas Balaão preveniu a Balaque que só falaria as palavras que o SENHOR pusesse em sua boca: era uma declaração habilmente inócua, pois Balaão sabia que o SENHOR não permitiria que ele amaldiçoasse Israel, mas não queria dizer isto a Balaque.
Os dois foram, com suas comitivas, a Quiriate-Huzote onde comeram uma boa refeição. Na manhã seguinte subiram ao alto de um monte de onde podiam ver um pouco do acampamento dos israelitas do outro lado da fronteira.
Neste local, Bamote-Baal (altos de Baal), fizeram sete altares e sacrificaram um novilho e um carneiro em cada um. O SENHOR encontrou-se com Balaão e pôs-lhe a palavra na boca. Ele então afirmou (em resumo) que Israel não podia ser amaldiçoado, pois era uma nação separada de todas as demais e um povo tão grande que mesmo a quarta parte do que ele podia ver não se podia enumerar, e que ele desejava poder morrer partilhando das bênçãos de Israel. Não era, de forma alguma, o que Balaque queria que ele dissesse, e Balaque não gostou.
Depois de fazer seu protesto, Balaque levou Balaão para o cume de Pisga, no campo de Zofim, de onde podiam ver outra parte do acampamento dos israelitas. Novamente fizeram sete altares e ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada um. Pela segunda vez o SENHOR encontrou-se com Balaão e pôs-lhe a palavra na boca. Transmitindo essa palavra, Balaão disse a Balaque que o SENHOR havia abençoado a Israel, portanto ele não podia ser amaldiçoado, pois o SENHOR cumpre as suas promessas; que Deus não havia visto iniqüidade ou desventura naquele povo, e que os israelitas agiam com o poder de Deus, não valendo encantamento ou adivinhação contra ele. Balaque se desgostou mais ainda e disse a Balaão para não amaldiçoar mas também não abençoar Israel.
Balaque, apesar disto, perseverou e levou Balaão para o cume da montanha de Peor. Novamente construíram sete altares e sacrificaram um novilho e carneiro em cada um, mas Balaão não foi procurar a palavra do SENHOR como das outras vezes, pois já não tinha mais dúvidas de que deveria realmente abençoar a Israel. O Espírito de Deus então veio sobre ele, e ele profetizou de olhos abertos, ou seja, com perfeita visão espiritual.
Em sua profecia, ele prevê as vitórias de Israel sobre os seus inimigos, sua prosperidade, seu domínio, terminando com as palavras benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem. Balaque desta vez se enfureceu, mandando que fosse embora e afirmando que não lhe pagaria nada por causa da sua obediência ao SENHOR.
Balaão lembrou-o de que havia advertido seus mensageiros que mesmo que Balaque lhe desse sua casa cheia de prata e ouro, ele somente falaria as palavras que lhe fossem dadas pelo SENHOR. Prosseguiu, ainda, em sua profecia, predizendo a vinda do rei de Israel e a vitória sobre Moabe, Edom, Amaleque e os queneus, o cativeiro assírio de Israel e sua aflição por povos do Mediterrâneo. Em seguida ele partiu de volta para sua terra, e Balaque voltou pelo seu caminho.
Nas profecias de Balaão, Deus dá testemunho a favor do Seu povo ao invés de dá-lo contra ele, como das outras vezes. Esse testemunho é devido à sua posição como povo redimido por causa da serpente de metal que foi levantada, e da água procedente da rocha que fora ferida. O povo pecava (capítulos 20:11, 21:5-9) e Deus o disciplinava, mas não o submetia à condenação. A interpretação das profecias é literal quanto a Israel, e figurativa para o crente. Porque Cristo foi levantado (João 3:14), a posição do crente é segura e perfeita eternamente, embora seu comportamento possa exigir a disciplina do Pai (1 Coríntios 11:30-32; 2 Coríntios 1:4-13); todavia Deus é por ele, contra todos os inimigos (Romanos 8:31).

R David Jones